terça-feira, 17 de maio de 2022

Você conhece os povos que vivem na região e sobrevivem do Rio São Francisco?

 


O Rio São Francisco que percorre 2.863 km, passando pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e o Distrito Federal, que tem 505 municípios fazendo parte da sua Bacia Hidrográfica, e que abriga inúmeros povos tradicionais que vivem na região ou sobrevivem do rio da integração nacional.

Assim, para conhecê-los vamos reproduzir uma matéria do @cbhsaofrancisco e equipe organizadora da Campanha Vire Carranca 2022:


✔ Quilombolas

Os Quilombolas têm presença forte na Bahia e em Minas Gerais.
A origem dos negros na bacia do São Francisco firmou-se quando foi desenvolvida extensivamente a pecuária em suas margens, por volta do século XVII. Desde então, são conhecidos lugares chamados “quilombos”, local para onde os escravos iam quando fugiam para ganhar sua autonomia.

✔ Vazanteiros ou Barranqueiros

São comunidades que vivem e trabalham nas áreas inundáveis do Médio São Francisco, mais precisamente na região norte de Minas Gerais e em algumas outras localidades fora da bacia. Bem adaptados às condições de permanentes mudanças provocadas pelas variações das águas do rio, vazanteiros e barranqueiros têm um conhecimento tradicional de mais de quatro séculos de convivência com a natureza.

✔ Pescadores

A pesca, somada à agricultura e à criação de animais, formavam a base de vida da população ribeirinha. Mas hoje, a escassez de peixes no rio ameaça essa comunidade pesqueira.

✔ Geraizeiros

Reconhecidos como agricultores dos planaltos, encostas e vales do Cerrado, os geraizeiros habitam a área de transição entre o Cerrado e a Caatinga, no oeste da Bahia. Muitas vezes eles dividem uma propriedade comum, popularmente chamada de quintal, onde plantam e criam animais.

✔ Comunidade dos Fundos e Fechos de Pasto

Os fundos e fechos de pasto se constituem em centenas de comunidades espalhadas pela Caatinga e pelo Cerrado. Caracterizam-se como grupamentos humanos marcados por identidades e valores comuns.

✔ Indígenas

70 mil índios habitam a Bacia do Rio São Francisco. São 32 povos indígenas vivendo e sobrevivendo desse rio que, apesar de estar pedindo socorro, sustenta muitas e muitas famílias, inclusive as dos próprios índios.

Foto: Vire Carranca

"O Velho Chico são muitos, que Velho Chico é você?"

Uma Bacia Hidrográfica se faz, fundamentalmente, de gente!


Fonte: https://virecarranca.com.br/


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

As baronesas voltaram a ser protagonistas no cenário dos lagos de Paulo Afonso/BA


As águas do Rio São Francisco, em especifico na região de Paulo Afonso/BA, receberam novamente uma grande quantidade de baronesas, essa que é uma das espécies de macrófitas aquáticas (macro = grande, fita = planta)


Vale ressaltar que as baronesas desempenham um importante papel no controle da qualidade do corpo hídrico, ou seja, são bioindicadoras do estado biótico ou abiótico de um determinado ambiente aquático.

Nesse sentido, resolvemos republicar uma entrevista com o Professor Dr. em Ciências, e Mestre em Recursos Pesqueiros e Aquicultura Rui Tenório, que esclarece diversos pontos, entre eles:

* Porque elas existem nessa região do São Francisco e as fontes de nutrientes para as baronesas;
* O que está sendo feito para diminuir a proliferação delas nas águas do São Francisco;
* Quais os impactos da presença das baronesas na piscicultura e outros empreendimentos;
* A importância do plano de manejo para a retirada das baronesas.


Acompanhe outra matéria relacionada à temática das baronesas no nosso blog: 
https://gruposeteambiental.blogspot.com/2020/09/liminar-determina-retirada-de-baronesas.html

Siga o nosso instagram @g7ambiental e conheça os nossos projetos e ações.








terça-feira, 16 de novembro de 2021

Grupo Sete e outras 350 organizações assinaram carta aos governos e líderes na COP26.

Grupo Sete de Setembro, por meio do Programa Vem de Bike, e outras 350 organizações assinaram carta aos governos e líderes presentes na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), em Glasgow.


A proposta é para se comprometerem a aumentar significativamente o número de pessoas que pedalam em seus países. 

Compromissos solicitados aos líderes:

  • * Promover o ciclismo em todas as suas formas, incluindo o cicloturismo, o ciclismo esportivo, o compartilhamento de bicicletas, a pedalada para o trabalho ou a escola e para se exercitar;

  • * Reconhecendo o ciclismo como uma solução climática, estabelecendo uma ligação clara entre como um aumento nas viagens de bicicleta e uma diminuição nas viagens de carro particular reduzem as emissões de CO₂;

  • * Criação e financiamento de estratégias nacionais de ciclismo e coleta de dados sobre o ciclismo para saber onde melhorias na infraestrutura e no uso podem ser feitas;

  • * Concentrar investimentos na construção de infraestrutura cicloviária segura e de alta qualidade e em incentivos para comunidades historicamente marginalizadas do ciclismo:

  • * Fornecer incentivos diretos para que pessoas e empresas mudem de automóveis por bicicletas para mais de suas viagens diárias;

  • * Construir sinergias com o transporte público e promover soluções de mobilidade combinada para um ecossistema multimodal capaz de cobrir todas as necessidades do usuário sem depender de um carro particular[...].


  • Acesse a carta na íntegra:

  • https://cop26cycling.com/


  • Conheça as ações do G7 Ambiental e junte-se a nós:

  • https://www.instagram.com/g7ambiental/


  • terça-feira, 17 de agosto de 2021

    Grupo Sete renova adesão ao Dia Mundial da Limpeza 2021

    O Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day) é um movimento cívico que visa promover a mobilização de voluntários para a limpeza de suas cidades, bairros, praias, praças e parques.
     
    Desde 2018, 50 milhões de pessoas participaram de ações em 1.200 cidades de 180 países, que juntas recolheram mais de 280 toneladas de lixo. Em 2021, o evento será no dia 18 de setembro, e o Grupo Sete (UniRios e Colégio Sete) assumiu a liderança das ações em Paulo Afonso-BA. Nesse sentido, através de engajamentos on-line, promoverá lives com especialistas, disponibilizará novos coletores de resíduos específicos para receber instrumentos de escrita usados e embalagens de biscoitos e chocolates de plástico metalizado, além da campanha para o descarte correto do óleo de cozinha, das lâmpadas e de pilhas e baterias.

     
    Portanto, o evento simboliza não apenas a limpeza dos ambientes, pois existe a necessidade de conscientização da sociedade para um problema maior: o descarte irregular de resíduos sólidos urbanos.
      
    “Junte-se a nós e faça parte de algo grande”!
      
    E o Grupo Sete está engajado neste projeto. Colaboradores, alunos, parceiros e pais estão convidados para assumirem a responsabilidade ambiental, em especial, observando o que pode ser feito dentro do seu quadrado. Mais informações: https://www.limpabrasil.org/diamundialdalimpeza/- @g7ambiental

    segunda-feira, 14 de junho de 2021

    No mês ambiental, Grupo Sete inicia ações com o projeto caatingARborizar


    O projeto caatingARborizar do G7 Ambiental consiste em desenvolver atividades com a comunidade pedagógica e acadêmica tendo como foco o fomento ao conhecimento, em específico acerca da biodiversidade do único bioma 100% brasileiro, a caatinga, e a sua devida preservação.

    Dentre as ações do projeto destaca-se o plantio de espécies arbóreas do referido bioma, essas serão plantadas nas áreas verdes das Instituições Colégio Sete e UniRios e receberão placas de identificação, contendo o nome científico e popular, a família botânica, a origem e outras características da referida espécie, assim estaremos incentivando a pesquisa acadêmica e trabalhos/ações pedagógicas, ambas envolvendo os principais atores: a comunidade escolar e acadêmica, os colaboradores das instituições de ensino, os pais e também a sociedade interessada.

    Na semana inicial de comemoração ao mês ambiental foram plantadas mudas das espécies Pereiro, Juazeiro, Ipê-roxo, Aroeira e Pau ferro, e cada uma recebeu um padrinho que terá a missão de acompanhar o crescimento da espécie, proteger, amar, entre outras atribuições pois como diz Zezito Doceiro “Quem ama Cuida”, assim:

    “[...] Eu vou cuidar de você

    Todo dia, toda hora e a todo momento

    Você jamais vai duvidar do meu sentimento

    É de dar inveja um amor assim[...]”.

    Conheça as primeiras espécies plantadas e os seus respectivos padrinhos e madrinhas.