sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Indicadores apontam % de cumprimento dos 17 ODS e principais desafios dos municípios brasileiros

O Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR) é uma ferramenta que aponta os principais desafios dos municípios para o alcance das metas estabelecidas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Os ODS “são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Estes são os objetivos para os quais as Nações Unidas estão contribuindo a fim de que possamos atingir a Agenda 2030 no Brasil”.

Vale salientar que os ODS e a Agenda 2030 surgiram em 2015, e foram assinados por autoridades dos 193 Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo o Brasil. Esses acordos buscam promover universalmente o desenvolvimento social, a prosperidade econômica, bem como a proteção ambiental, porém a responsabilidade não fica apenas com os governos, ou seja, requer a participação ativa também da sociedade civil e setor privado.

Assim, a proposta da ferramenta é possibilitar que gestores públicos tenham à disposição indicadores e mapas dos 17 objetivos e 169 metas em qualquer município brasileiro. Segundo o Instituto Cidades Sustentáveis (idealizador do IDSC-BR) o objetivo é gerar um movimento de transformação na gestão pública municipal, orientando a ação e prevendo metas com base nos indicadores dos ODS.

Os indicadores e mapas do seu município podem ser acessados pelo endereço https://idsc.cidadessustentaveis.org.br/profiles.

terça-feira, 12 de julho de 2022

UniRios torna-se ponto de referência na medição dos níveis das chuvas no centro de Paulo Afonso/BA

O UniRios, por meio do Programa G7 Ambiental, e em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e Aquicultura e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária-Embrapa, instalaram um pluviômetro nas dependências do Centro Universitário com objetivo de monitorar e divulgar regularmente o índice pluviométrico do centro de Paulo Afonso/BA.

A atividade teve início em junho/22, com os primeiros resultados apontando para um volume acumulado de 38 milímetros de chuvas no referido mês, ou seja, em cada metro quadrado do centro choveu o equivalente a 38 litros. Para o Prof. Marcos Dantas “se tivéssemos um telhado residencial, medindo 15 x 8 metros, e com um sistema de captação de água das chuvas, no referido mês seria possível acumular em torno de 4.560 litros de água das chuvas.”

Esse monitoramento por pluviômetros foi implantado também em 7 (sete) comunidades da área rural de Paulo Afonso-BA (mapa 01), e para o Engenheiro Agrônomo e coordenador do projeto Arquimedes Farias, os dados que serão coletados no centro e na área rural permitirão obter parâmetros para a tomada de decisão, a princípio em três setores da economia: “no turismo (planejamento de eventos em determinados meses do ano), na construção civil (ex.: definição de drenos das vias públicas) e na agricultura (escolha das culturas a serem plantadas, em determinadas épocas do ano), além da mitigação dos impactos das secas e inundações, entre outros benefícios.”


Mapa 1 - Pontos de monitoramento das chuvas em Paulo Afonso-BA
Fonte: Earth.google - adaptado por G7 ambiental 

Os dados pluviométricos de Paulo Afonso/BA serão disponibilizados mensalmente no Instagram @g7ambiental e outros canais de comunicação do Grupo Sete de Setembro e parceiros do programa.


terça-feira, 17 de maio de 2022

Você conhece os povos que vivem na região e sobrevivem do Rio São Francisco?

 


O Rio São Francisco que percorre 2.863 km, passando pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e o Distrito Federal, que tem 505 municípios fazendo parte da sua Bacia Hidrográfica, e que abriga inúmeros povos tradicionais que vivem na região ou sobrevivem do rio da integração nacional.

Assim, para conhecê-los vamos reproduzir uma matéria do @cbhsaofrancisco e equipe organizadora da Campanha Vire Carranca 2022:


✔ Quilombolas

Os Quilombolas têm presença forte na Bahia e em Minas Gerais.
A origem dos negros na bacia do São Francisco firmou-se quando foi desenvolvida extensivamente a pecuária em suas margens, por volta do século XVII. Desde então, são conhecidos lugares chamados “quilombos”, local para onde os escravos iam quando fugiam para ganhar sua autonomia.

✔ Vazanteiros ou Barranqueiros

São comunidades que vivem e trabalham nas áreas inundáveis do Médio São Francisco, mais precisamente na região norte de Minas Gerais e em algumas outras localidades fora da bacia. Bem adaptados às condições de permanentes mudanças provocadas pelas variações das águas do rio, vazanteiros e barranqueiros têm um conhecimento tradicional de mais de quatro séculos de convivência com a natureza.

✔ Pescadores

A pesca, somada à agricultura e à criação de animais, formavam a base de vida da população ribeirinha. Mas hoje, a escassez de peixes no rio ameaça essa comunidade pesqueira.

✔ Geraizeiros

Reconhecidos como agricultores dos planaltos, encostas e vales do Cerrado, os geraizeiros habitam a área de transição entre o Cerrado e a Caatinga, no oeste da Bahia. Muitas vezes eles dividem uma propriedade comum, popularmente chamada de quintal, onde plantam e criam animais.

✔ Comunidade dos Fundos e Fechos de Pasto

Os fundos e fechos de pasto se constituem em centenas de comunidades espalhadas pela Caatinga e pelo Cerrado. Caracterizam-se como grupamentos humanos marcados por identidades e valores comuns.

✔ Indígenas

70 mil índios habitam a Bacia do Rio São Francisco. São 32 povos indígenas vivendo e sobrevivendo desse rio que, apesar de estar pedindo socorro, sustenta muitas e muitas famílias, inclusive as dos próprios índios.

Foto: Vire Carranca

"O Velho Chico são muitos, que Velho Chico é você?"

Uma Bacia Hidrográfica se faz, fundamentalmente, de gente!


Fonte: https://virecarranca.com.br/


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

As baronesas voltaram a ser protagonistas no cenário dos lagos de Paulo Afonso/BA


As águas do Rio São Francisco, em especifico na região de Paulo Afonso/BA, receberam novamente uma grande quantidade de baronesas, essa que é uma das espécies de macrófitas aquáticas (macro = grande, fita = planta)


Vale ressaltar que as baronesas desempenham um importante papel no controle da qualidade do corpo hídrico, ou seja, são bioindicadoras do estado biótico ou abiótico de um determinado ambiente aquático.

Nesse sentido, resolvemos republicar uma entrevista com o Professor Dr. em Ciências, e Mestre em Recursos Pesqueiros e Aquicultura Rui Tenório, que esclarece diversos pontos, entre eles:

* Porque elas existem nessa região do São Francisco e as fontes de nutrientes para as baronesas;
* O que está sendo feito para diminuir a proliferação delas nas águas do São Francisco;
* Quais os impactos da presença das baronesas na piscicultura e outros empreendimentos;
* A importância do plano de manejo para a retirada das baronesas.


Acompanhe outra matéria relacionada à temática das baronesas no nosso blog: 
https://gruposeteambiental.blogspot.com/2020/09/liminar-determina-retirada-de-baronesas.html

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terça-feira, 16 de novembro de 2021

Grupo Sete e outras 350 organizações assinaram carta aos governos e líderes na COP26.

Grupo Sete de Setembro, por meio do Programa Vem de Bike, e outras 350 organizações assinaram carta aos governos e líderes presentes na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26), em Glasgow.


A proposta é para se comprometerem a aumentar significativamente o número de pessoas que pedalam em seus países. 

Compromissos solicitados aos líderes:

  • * Promover o ciclismo em todas as suas formas, incluindo o cicloturismo, o ciclismo esportivo, o compartilhamento de bicicletas, a pedalada para o trabalho ou a escola e para se exercitar;

  • * Reconhecendo o ciclismo como uma solução climática, estabelecendo uma ligação clara entre como um aumento nas viagens de bicicleta e uma diminuição nas viagens de carro particular reduzem as emissões de CO₂;

  • * Criação e financiamento de estratégias nacionais de ciclismo e coleta de dados sobre o ciclismo para saber onde melhorias na infraestrutura e no uso podem ser feitas;

  • * Concentrar investimentos na construção de infraestrutura cicloviária segura e de alta qualidade e em incentivos para comunidades historicamente marginalizadas do ciclismo:

  • * Fornecer incentivos diretos para que pessoas e empresas mudem de automóveis por bicicletas para mais de suas viagens diárias;

  • * Construir sinergias com o transporte público e promover soluções de mobilidade combinada para um ecossistema multimodal capaz de cobrir todas as necessidades do usuário sem depender de um carro particular[...].


  • Acesse a carta na íntegra:

  • https://cop26cycling.com/


  • Conheça as ações do G7 Ambiental e junte-se a nós:

  • https://www.instagram.com/g7ambiental/


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